TCU determina auditorias que podem ressuscitar HOSPUB e matar e-SUS Hospitalar da TOTVS.

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9.2. determinar à Secretaria Executiva do Ministério da Saúde que, no prazo de 120 (cento e vinte) dias:
9.2.1.   obtenha alteração da "cessão de direitos de uso" do sistema de gestão hospitalar Totvs, para convertê-la em transferência de propriedade intelectual, bem assim remover as restrições à adaptação e modificação do código fonte e à utilização dos softwares por qualquer unidade de saúde pública integrante do Sistema Único de Saúde;
9.2.2 informe ao Tribunal o cumprimento do subitem anterior;
9.3. determinar a realização de auditoria operacional no sistema informatizado público de administração hospitalar, pela Secex Saúde, Sefti e Seaud, destinada a investigar a viabilidade de modernização da atual versão do Hospub, os recursos necessários a tal ...
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CGU: Atual diretor do DGH foi promovido após dar prejuízo de 4 milhões.

Relatório da CGU detalha superfaturamento nos hospitais do Andaraí e de Bonsucesso entre 2005 e 2011. (Veja aqui o relatório (PDF) da CGU na íntegra)
Apesar do Relatório da Controladoria Geral da União (CGU) comprovando superfaturamento na gestão dos Hospitais Federais do Andaraí e de Bonsucesso, conforme mostrou reportagem do RJTV, na sexta-feira (11/05/2011),  até agora, ninguém foi punido. O diretor de um dos hospitais (Andaraí), João Marcelo Ramalho Alves, foi até promovido para diretor do Departamento de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro (DGH), passando a controlar todos os hospitais federais no Rio de Janeiro.
Depois das constatações, feitas pela CGU, o Ministério da Saúde centralizou as compras dos hospitais federais em Brasilia. No começo de 2011 o órgão chegou a cancelar alguns contratos. Mas até agora ainda não há qualquer punição individual a pessoas envolvidas nas irregularidades apontadas pela CGU.
Cinco dos seis diretores dos hospitais do Rio foram trocados durante as investigações. De acordo com o Ministério da Saúde, a mudança não tem relação com as irregularidades. Tanto que João Marcelo Ramalho Alves, diretor do Hospital do Andarai, entre 2005 e 2011, unidade em que a CGU diz que houve mais de R$ 4 milhões de prejuízo aos cofres públicos, assumiu o cargo de gestor geral dos hospitais federais no Rio.
De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, o gestor João Marcelo Ramalho Alves colaborou desde o começo com a auditoria da CGU. O Ministério disse ainda que espera que os servidores envolvidos nas irregularidades sejam identificados e punidos.
   Em mais de 900 páginas, a CGU detalha exemplos de superfaturamento de quase R$ 380 mil só em remédios no Hospital do Andaraí. Prejuízo de mais de R$ 4 milhões só na compra de janelas com sobrepreço, no hospital de Bonsucesso.
“A partir da quantificação do dano e da identificação do responsável, nós vamos abrir tomada de conta especial, que tem como objetivo a busca da devolução desses recursos”, comentou Adalberto Fulgêncio, diretor do Departamento de auditoria do SUS, já em 2011, e até agora (ago de 2013) nada.
Ainda há uma lista de casos em que os gestores, se não usaram de má fé, administraram mal o dinheiro público. O Hospital de Ipanema não recolhia INSS. O Hospital do Andaraí não tinha licença para as obras que fazia e o Hospital da Lagoa não controlava o estoque.
“Nós vamos agora fazer processos individuais de responsabilidade que podem levar à declaração de idoneidade de alguma dessas empresas e inclusive de demissão ou afastamento de novos servidores”, explicou o secretário de Controle Interno da CGU, Valdir Agapito em 2011, e até agora (ago de 2013) nada.

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